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Resumo                          

  Ao contrário de ler um jornal em português, ler os velhos registros manuscritos requer o conhecimento de certas características únicas que podem esse assunto. O leitor cotidiano (com um conhecimento intermediário da língua portuguesa) perceberá rapidamente que em registros mais antigos, os escribas podem ter incluído palavras que não correspondem a seus equivalentes modernos, seja porque foram escritas incorretamente, a ortografia tem mudado, ou porque não eram palavras em português, mas eram palavras dos outros idiomas locais, de dialetos derivados, ou influenciadas dessas línguas. Essas variações também podem ser resultado da influência latina, especialmente em documentos mais antigos; por exemplo, usando “th” em vez de “t,” como em “Thomas” em vez de “Tomas” ou “Thereza” em vez de “Tereza.” Esta seção fornece exemplos de alguns desafios que um pesquisador pode encontrar ao ler esses documentos antigos e também oferece assistência nesses desafios específicos: 

     Recomendamos estudar essas seções atentamente antes de ler manuscritos antigos. Isso o ajudará de ter mais confiança na sua capacidade de entender esses registros e minimizar interpretações incorretas ou a perda das informações críticas que está procurando. Os outros tópicos na seção Técnicas e ferramentas de sidebar são para sua referência enquanto você desenvolve seu conhecimento e sua experiência pessoal na paleografia. É benéfico ter este site aberto para referir-se durante a transcrição de um registro. Sobre tudo, lembra-se de ter paciência com se mesmo e com o documento, com o tempo terá sucesso e seu trabalho tornará frutífero.  

     Abaixo fica um curto exemplo de um registro de Portugal, Braga, do século dezessete que ilustra os tipos de desafios que encontrará ao ler manuscritos antigos.